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Quarta-feira, 3 de Setembro de 2008
Debate em Mondim de Basto

Realizou-se no passado dia 30 de Agosto, na Casa da Cultura de Mondim de Basto, um debate promovido pela Org. Reg do Norte do PCTP/MRPP e subordinado ao tema "A BARRAGEM DE FRIDÃO - que consequências e que futuro para a população do vale do Tâmega".

Fizeram parte da mesa em representação da QUERCUS o Sr. Branco, em representação do 

Clube de Caça e Pesca de Mondim de Basto o Sr. Luís e o deputado municipal de Amarante Dr. José Queirós, todos como convidados e ainda o camarada Alfredo Gonçalves que dirigiu o debate.

O debate começou com a apresentação da mesa e com a intervenção do camarada Alfredo Gonçalves, seguida da intervenção do Sr. Branco que apresentou as razões pelas quais a Quercus é contra a construção de qualquer barragem seja onde for e em que circunstâncias forem, razões das quais salientou o "facto" (sic) de só em países como a China, a Índia, outros do 3º Mundo e Portugal se construírem barragens, do Sr. Luís do Clube de Caça e Pesca que explicou a sua experiência em relação às alterações na fauna piscícola provocadas pela construção da barragem do Torrão na parte mais a juzante do Tâmega bem como da inevitabilidade da perca dos investimentos que o Clube levou a cabo na efectivação de uma pista de pesca internacional no Tâmega se a barragem de Fridão for avante e, por último, do deputado municipal de Amarante, Dr. José Queirós, que fez um historial do processo pelo qual o governo aprovou e se prepara para concretizar a construção da barragem de Fridão e outras a montante no vale do Tâmega sem ter em conta quer os graves riscos para a cidade de Amarante quer as consequências para a saúde pública e qualidade de vida das populações.

Seguiu-se um animado debate com a cerca de uma  vintena de Mondineses e Amarantinos presentes na plateia, uma parte activistas contra a construção da barragem de Fridão e outra parte apenas pessoas interessadas, tendo surgido as propostas de iniciar o processo para elevar as "fisgas do Olo" (afluente do Tâmega que o projecto prevê ser "empacotado" e desviado) a património natural da humanidade e de se iniciar a organização, particularmente das pessoas directamente afectadas pela construção da barragem.



publicado por lutanotamega às 08:16
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1 comentário:
De Repórter Amador a 4 de Setembro de 2008 às 06:57
Acho justo que se lute por aquilo em que acreditamos, mas, existem males necessários.


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